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www.zerohora.com/retratosdavida
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Coração confrangido.
Foto Nauro Júnior
Meu pai, Nauro Machado na beira do fogão a lenha.
www.zerohora.com/retratosdavida
Hoje escrevo com o coração confrangido. Sinceramente, nestes últimos 35 dias brincando, aprendi muito. Descobri que da pra falar escrevendo, descobri que quando se diz o que sente, as pessoas entendem, descobri que quando se fala sobre as coisas que mais ama na vida, e foi isto que fiz aqui em meus 68 posts, as pessoas entram em sintonia. Até porque nem sempre temos a oportunidade de dizer para um amigo Te amo.
Penso que todos deveriam montar um blogzinho, sem compromisso, para falar com os amigos, dividir experiências, contar histórias (e como temos histórias pra contar).
Fico orgulhoso de ter influenciado dois amigos a criar blogs. O Marcinho Melo, (http://mello.marcio.zip.net/) da Atlântida e o Gláucios. Depois de verem que até eu poderia escrever, criaram coragem. E penso que todos deveriam fazer o mesmo. É uma espécie de terapia, tu vai falando e acredita que as pessoas estão te ouvindo. Este blog aqui passarei para a Gabi(se ela quiser), vou transferir todos os meus seguidores pra ela, e penso que vou ter uma mulher bem mais feliz e tranquila em casa.
Mas, como venho avisando há algum tempo, hoje inicio com meu novo blog RETRATOS DA VIDA www.zerohora.com/retratosdavida dentro do site da http://www.zerohora.com/ , lá vou ser o mesmo que sempre fui aqui, vou falar das mesmas coisas que sempre falei aqui, e vou continuar contando histórias, através de textos e fotos. Talvez vocês estranhem que no começo vou reaproveitar alguns post do nosso blogzinho lá. É que eu estou me ambientando com as ferramentas do novo blog e vou aprendendo com alguns que já estão prontos.
Bom, este deve ser o meu último post escrito aqui, é o de número 69, um número que eu gosto muito, pois nasci no ano de 1969.
Talvez eu continue postando algumas fotos de vez em quanto, mas agora fica o convite.
Migrem. Passem lá. Continuem comigo, trocando idéia, comentando, me dando dicas, enfim me ajudando a lembrar com o era bom sentar na beira de um fogão a lenha e ouvir meu pai contar histórias pra mim e meus irmãos.
Hoje escrevo com o coração confrangido. Sinceramente, nestes últimos 35 dias brincando, aprendi muito. Descobri que da pra falar escrevendo, descobri que quando se diz o que sente, as pessoas entendem, descobri que quando se fala sobre as coisas que mais ama na vida, e foi isto que fiz aqui em meus 68 posts, as pessoas entram em sintonia. Até porque nem sempre temos a oportunidade de dizer para um amigo Te amo.
Penso que todos deveriam montar um blogzinho, sem compromisso, para falar com os amigos, dividir experiências, contar histórias (e como temos histórias pra contar).
Fico orgulhoso de ter influenciado dois amigos a criar blogs. O Marcinho Melo, (http://mello.marcio.zip.net/) da Atlântida e o Gláucios. Depois de verem que até eu poderia escrever, criaram coragem. E penso que todos deveriam fazer o mesmo. É uma espécie de terapia, tu vai falando e acredita que as pessoas estão te ouvindo. Este blog aqui passarei para a Gabi(se ela quiser), vou transferir todos os meus seguidores pra ela, e penso que vou ter uma mulher bem mais feliz e tranquila em casa.
Mas, como venho avisando há algum tempo, hoje inicio com meu novo blog RETRATOS DA VIDA www.zerohora.com/retratosdavida dentro do site da http://www.zerohora.com/ , lá vou ser o mesmo que sempre fui aqui, vou falar das mesmas coisas que sempre falei aqui, e vou continuar contando histórias, através de textos e fotos. Talvez vocês estranhem que no começo vou reaproveitar alguns post do nosso blogzinho lá. É que eu estou me ambientando com as ferramentas do novo blog e vou aprendendo com alguns que já estão prontos.
Bom, este deve ser o meu último post escrito aqui, é o de número 69, um número que eu gosto muito, pois nasci no ano de 1969.
Talvez eu continue postando algumas fotos de vez em quanto, mas agora fica o convite.
Migrem. Passem lá. Continuem comigo, trocando idéia, comentando, me dando dicas, enfim me ajudando a lembrar com o era bom sentar na beira de um fogão a lenha e ouvir meu pai contar histórias pra mim e meus irmãos.
sábado, 15 de agosto de 2009
Respeito aos meus fiéis e corajosos leitores.


Gostaria, em respeito aos meus fiéis e corajosos leitores, de apresentar aqui em primeira mão no nosso blogzinho o cabeçalho do também nosso novo Blog "Retratos da Vida", que será administrado por este esforçado retratista a partir de terça-feira dentro da zerohora.com
Depois de várias mudanças, troca de fotos e discussões com o pessoal da arte em Porto Alegre chegamos a duas opções. (verde ou azul)
Claro que a palavra final ficou por conta do conselho editorial do blogzinho, este mesmo conselho que será contratado por um valor não revelado ainda, para continuar dando pitaco no Retratos da Vida. O conselho como todos sabem é formado pela jornalista Gabriela Mazza e pela Doutora em “ARTES” Sofia Mimosa Machado, que tem tido uma influencia muito forte na minha vida, “tanto no particular quanto no profissional”.
Bom, como quero que todos vocês migrem para o Retratos da Vida a partir da semana que vem, ai vai o "Topo” (é assim que eles chamam isto lá na Zero Hora), para que todos vejam.
Se quiserem opinar podem, mas o conselho já escolheu o verde por unanimidade e eu não sou louco de discordar do conselho.
Depois de várias mudanças, troca de fotos e discussões com o pessoal da arte em Porto Alegre chegamos a duas opções. (verde ou azul)
Claro que a palavra final ficou por conta do conselho editorial do blogzinho, este mesmo conselho que será contratado por um valor não revelado ainda, para continuar dando pitaco no Retratos da Vida. O conselho como todos sabem é formado pela jornalista Gabriela Mazza e pela Doutora em “ARTES” Sofia Mimosa Machado, que tem tido uma influencia muito forte na minha vida, “tanto no particular quanto no profissional”.
Bom, como quero que todos vocês migrem para o Retratos da Vida a partir da semana que vem, ai vai o "Topo” (é assim que eles chamam isto lá na Zero Hora), para que todos vejam.
Se quiserem opinar podem, mas o conselho já escolheu o verde por unanimidade e eu não sou louco de discordar do conselho.
CATOCO
Já vi perna de pau jogando bola, já vi cabeça de bagre tentando entender o jogo, já vi bola murcha batendo cabeça dentro do campo, enfim já vi cada horroroso no futebol. Mas quando revirei meus arquivos tomei um susto:
Encontrei um jogador sem perna.... Olhei várias vezes para entender o que aquele cara tava fazendo ali.
Como eu não me lembrava disto se eu que tinha feito esta foto?
Depois de muito observar, vi que era uma ilusão de ótica, que a perna do jogador está encoberta pela bola, e que se trata apenas de mais uma daquela imagens inusitadas que só o futebol nos dá.
O jogador "sem perna" é o Agnaldo que jogava no G.A. Farrouilha, na esquerda é o Carlão, um grande lateral direito que já defendeu os três times pelotenses. O jogador adversário (na direita) sinceramente não sei quem é, e nem qual o time jogava contra o Farrapo naquele dia. Mas é bom às vezes revirar os alfarrábios. A gente encontra coisas que na correria do dia a dia acabam se perdendo. O jornalismo é maravilho, mas tudo é muito rápido e algumas coisas acabam passando despercebidas. Não que esta seja uma grande foto, mas é inusitada.
Encontrei um jogador sem perna.... Olhei várias vezes para entender o que aquele cara tava fazendo ali.
Como eu não me lembrava disto se eu que tinha feito esta foto?
Depois de muito observar, vi que era uma ilusão de ótica, que a perna do jogador está encoberta pela bola, e que se trata apenas de mais uma daquela imagens inusitadas que só o futebol nos dá.
O jogador "sem perna" é o Agnaldo que jogava no G.A. Farrouilha, na esquerda é o Carlão, um grande lateral direito que já defendeu os três times pelotenses. O jogador adversário (na direita) sinceramente não sei quem é, e nem qual o time jogava contra o Farrapo naquele dia. Mas é bom às vezes revirar os alfarrábios. A gente encontra coisas que na correria do dia a dia acabam se perdendo. O jornalismo é maravilho, mas tudo é muito rápido e algumas coisas acabam passando despercebidas. Não que esta seja uma grande foto, mas é inusitada.
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
E elas se foram ver o Cara....
Olha ai as fotos da Gabi embarcando no ônibus junto com a minha sogra e minha cunhada.
Não vou falar nada, somente que a alegria do rosto delas me contagiava. Como é bom ver meu amor feliz.
Eu e a Sofia ficamos por aqui, pelo menos por enquanto, porque no próximo show nós vamos juntos. Espero que seja breve, pois a única vez que vi o Roberto Carlo na minha vida e eu e a Gabi ainda éramos namorados, como ela não estava no show passei o tempo todo com o celular ligado pra ela ouvir as músicas.
Se quiserem saber quais são os motivos pra tanta empolgação de ir a um show, leia o post abaixo.
Na entrada do ônibus minha sogra tava tão feliz, que se transformou em duas. Meu sogro quer que devolvam pelo menos uma.
Não vou falar nada, somente que a alegria do rosto delas me contagiava. Como é bom ver meu amor feliz.
Eu e a Sofia ficamos por aqui, pelo menos por enquanto, porque no próximo show nós vamos juntos. Espero que seja breve, pois a única vez que vi o Roberto Carlo na minha vida e eu e a Gabi ainda éramos namorados, como ela não estava no show passei o tempo todo com o celular ligado pra ela ouvir as músicas.
Se quiserem saber quais são os motivos pra tanta empolgação de ir a um show, leia o post abaixo.
Na entrada do ônibus minha sogra tava tão feliz, que se transformou em duas. Meu sogro quer que devolvam pelo menos uma.
Amadas, sejam muito felizes que vocês merecem..Me tragam fotos, por favor.
Beijos.
Tantas emoções

Sou eu de novo, metendo a minha colher no blog do marido. Já sei, tenho que fazer um pra mim logo, mas enquanto isso aproveito mais um pouquinho a distração dele. Daqui a pouco estou saindo para o show do Rei Roberto Carlos, no Gigantinho, em Porto Alegre. A programação é uma “farofa” de primeira. Excursão, é claro, em ônibus daqueles de dois andares. Isso mesmo, e nós vamos na andar de cima (morro de medo, coisa de “matusca” do Areal fundos!!). O time da “farofa” ainda tem a minha mãe e minha irmã Kiki, que veio especialmente da fronteira (Jaguarão) para este grande evento. É a primeira vez que vamos a um show juntas, na capital. Imagina, 40 anos esperaram para que um feito desses acontecesse.
Mas o mais emocionante desse repertório familiar, é que aprendi a ouvir Roberto Carlos com minha avó, Nóris (a quem sempre chamei carinhosamente de Chochó!). Ontem curiosamente, era o aniversário dela. Para quem me conhece, sabe que morro de saudades das minhas duas avós, a Choco e a Voinha. Aproveitei muito cada uma delas, mas sinto até hoje saudade de verdade dessa duplinha. Sonho com elas de vez enquando, e são sempre sonhos bons, alegres, como foi a vida de cada uma delas. E quando soube da vinda do “Rei”, lembrei de cara da Chochó. Como ela amaria estar naquela platéia. Animada como era, seria a primeira inscrita na excursão. E nada de hotel e estada em Porto Alegre. Ela gostava mesmo era da função, da farofada!
O repertório do Roberto Carlos marcou minha infância. Como morávamos com ela (ou ela conosco!) na Charqueada, a Kiki e eu passávamos muito tempo na volta do quarto dela. Era uma avó bonitona, super moderna para o seu tempo, sempre nos trinques. Com enormes olhos cor de esmeralda e um brilho que vinha lá de dentro. Meu avô morreu cedo, quando eu tinha dois anos, mas tenho a impressão que aquele amor dos dois foi embalado eternamente pelas músicas do Rei. Tenho certeza de que quando ela tirava o disco de vinil da capa e colocava pra rodar na vitrola, aquelas duas almas se encontravam para dançar em alguma dimensão. Ela cantava com uma intensidade cada música...Quem os conheceu conta: foi uma amor de filme!
Então, nossos Natais de criança eram sempre embalados pela mesma música: “A Montanha”! Nos reuníamos no salão daquela casa secular, esperando a meia-noite e dançando aquela trilha de sucesso eterno. Tinha outra que ela amava, “Jesus Cristo”. Lembro que levantava os braços pra cima e parecia que estava em linha direta com o céu, na maior alegria. Pois então, era essa a característica mais marcante da minha Chochó. Ela não esmorecia e mesmo nas dificuldades segurava a onda, com otimismo. De alguma forma procuro levar um pouco do que ela ensinou para minha vida. Lembro que quando passamos aquele perrengue com a Sofia, no hospital, fui buscar na música do Rei, “Nossa Senhora”, um conforto para alma. Foi um jeito de seguir os ensinamentos da Chochó. E deu certo!!
Por isso hoje, não tem como não lembrar dela. Quando aquele Gigantinho estiver vibrando, vou olhar pra uma estrelinha do céu mais brilhante, com a certeza de que a Chochó estará assistindo tudo de camarote, com vista privilegiada. E vou gritar no meio da platéia, um pedido especial...para ele cantar “A Montanha”, só pra gente matar a saudade!
“Eu vou seguir uma luz lá no alto eu vou ouvirUma voz que me chama eu vou subirA montanha e ficar bem mais perto de Deus e rezarEu vou gritar para o mundo me ouvir e acompanharToda minha escalada e ajudarA mostrar como é o meu grito de amor e de féEu vou pedir que as estrelas não parem de brilharE as crianças não deixem de sorrirE que os homens jamais se esqueçam de agradecer”
beijoooo,
Gabi
Mas o mais emocionante desse repertório familiar, é que aprendi a ouvir Roberto Carlos com minha avó, Nóris (a quem sempre chamei carinhosamente de Chochó!). Ontem curiosamente, era o aniversário dela. Para quem me conhece, sabe que morro de saudades das minhas duas avós, a Choco e a Voinha. Aproveitei muito cada uma delas, mas sinto até hoje saudade de verdade dessa duplinha. Sonho com elas de vez enquando, e são sempre sonhos bons, alegres, como foi a vida de cada uma delas. E quando soube da vinda do “Rei”, lembrei de cara da Chochó. Como ela amaria estar naquela platéia. Animada como era, seria a primeira inscrita na excursão. E nada de hotel e estada em Porto Alegre. Ela gostava mesmo era da função, da farofada!
O repertório do Roberto Carlos marcou minha infância. Como morávamos com ela (ou ela conosco!) na Charqueada, a Kiki e eu passávamos muito tempo na volta do quarto dela. Era uma avó bonitona, super moderna para o seu tempo, sempre nos trinques. Com enormes olhos cor de esmeralda e um brilho que vinha lá de dentro. Meu avô morreu cedo, quando eu tinha dois anos, mas tenho a impressão que aquele amor dos dois foi embalado eternamente pelas músicas do Rei. Tenho certeza de que quando ela tirava o disco de vinil da capa e colocava pra rodar na vitrola, aquelas duas almas se encontravam para dançar em alguma dimensão. Ela cantava com uma intensidade cada música...Quem os conheceu conta: foi uma amor de filme!
Então, nossos Natais de criança eram sempre embalados pela mesma música: “A Montanha”! Nos reuníamos no salão daquela casa secular, esperando a meia-noite e dançando aquela trilha de sucesso eterno. Tinha outra que ela amava, “Jesus Cristo”. Lembro que levantava os braços pra cima e parecia que estava em linha direta com o céu, na maior alegria. Pois então, era essa a característica mais marcante da minha Chochó. Ela não esmorecia e mesmo nas dificuldades segurava a onda, com otimismo. De alguma forma procuro levar um pouco do que ela ensinou para minha vida. Lembro que quando passamos aquele perrengue com a Sofia, no hospital, fui buscar na música do Rei, “Nossa Senhora”, um conforto para alma. Foi um jeito de seguir os ensinamentos da Chochó. E deu certo!!
Por isso hoje, não tem como não lembrar dela. Quando aquele Gigantinho estiver vibrando, vou olhar pra uma estrelinha do céu mais brilhante, com a certeza de que a Chochó estará assistindo tudo de camarote, com vista privilegiada. E vou gritar no meio da platéia, um pedido especial...para ele cantar “A Montanha”, só pra gente matar a saudade!
“Eu vou seguir uma luz lá no alto eu vou ouvirUma voz que me chama eu vou subirA montanha e ficar bem mais perto de Deus e rezarEu vou gritar para o mundo me ouvir e acompanharToda minha escalada e ajudarA mostrar como é o meu grito de amor e de féEu vou pedir que as estrelas não parem de brilharE as crianças não deixem de sorrirE que os homens jamais se esqueçam de agradecer”
beijoooo,
Gabi
Terceira equipe da Casa Zero Hora Pelotas
Foto Moizés Vasconcellos


Está foi a terceira equipe da sucursal(casa Zero Hora) de Pelotas. Não me lembro bem, mas deve ter sido aí pelo ano de 1998 do século passado. Era eu, o Klécio e a Neila.
Hoje o Klécio com bem menos cabelo, ta grandão, é executivo da RBS em Brasília. A Neila mora em São Paulo e parece que investiu na carreira de "bailariina" e largou o jornalismo. E eu vocês já sabem, continuo aqui ancorado, mas com a bússola virada para o mundo. Depois desta foto que o meu querido amigo (e na época em início de carreira), Moizes Vasconcellos fez, nunca mais nos reunimos, e talvez estas quatro pessoas que um dia estiveram tão próximos, nunca mais serão vistas juntos. A vida se encarregou de separa-los e cada um seguiu o seu caminho.
Foi um bom tempo.
Hoje o Klécio com bem menos cabelo, ta grandão, é executivo da RBS em Brasília. A Neila mora em São Paulo e parece que investiu na carreira de "bailariina" e largou o jornalismo. E eu vocês já sabem, continuo aqui ancorado, mas com a bússola virada para o mundo. Depois desta foto que o meu querido amigo (e na época em início de carreira), Moizes Vasconcellos fez, nunca mais nos reunimos, e talvez estas quatro pessoas que um dia estiveram tão próximos, nunca mais serão vistas juntos. A vida se encarregou de separa-los e cada um seguiu o seu caminho.
Foi um bom tempo.
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